sábado, 25 de julho de 2009
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Esse homem morava só. Numa cidade chamada Maldilha. Ali, em sua casa, ficava. Era branco, branco, mas tão branco que escrevera uma carta falando de sua brancura. Mas nunca recebeu essa carta. Estava na hora de descobrir o que viria, o que tinha por vir, e pra isso precisava pela primeira vez sair de sua casa, abrir as caixas com escritos frágeis de seu porão e amar. E foi o que fez.
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